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terça-feira, 11 de março de 2014

A HISTÓRIA DE UM MILAGRE (Série Naamã) 1ª

TEXTO: 2 Reis 5:10
INTRODUÇÃO:
·      Êxodo 15:26  “E disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o SENHOR, que te sara”.
·      No texto da passagem bíblica temos a belíssima passagem da cura de Naamã, general do exército da Assíria que estava leproso e ao saber através de uma menina judia escrava de sua esposa lhe falou do Deus de Israel e foi até lá para ser curado, então é direcionado pelo rei a casa de Eliseu que o manda dar sete mergulhos no rio Jordão.
ü OS ERROS COMETIDOS POR NAAMÃ NO CAMINHO DA CURA.
1. PROCUROU A PESSOA ERRADA. Dirigiu-se ao seu Rei (da Assíria), para bater em outra porta errada (o palácio do Rei de Israel).
3. PENSOU EM PAGAR PELA CURA.
4. FOI PROCURANDO ESCONDER O MAL. Levou dez mudas de roupas para esconder especiais, que poderiam cobrir suas feridas.
5. FOI ESPERANDO HONRARIAS.
ð Ficou indignado ao chegar em Samaria e ser convidado a se dirigir à uma casa comum do povoado.
ð Ficou irritado, pois Eliseu nem ao menos o atendeu e sim, mandou um criado atende-lo com uma mensagem.
6. FOI DESEJANDO A CURA A SEU MODO.

ð VAMOS OBSERVAR DOIS ASPECTOS DA VIDA DE NAAMÃ:
1.             ANTES DO MILAGRE (v. 1-13)
a)   Devemos admitir que há um problema (v. 1-4), Naamã era leproso.
b)   Temos que ir a pessoa certa (v. 5-7), Não precisamos de intermediários.
c)    Devemos ter fé (v. 7), Não basta ter carta de diplomacia ou muitos bens.
d)   Devemos entender que o caminho para o milagre pode surpreender-nos (v. 8-12)
e)    Precisamos aprender que as pequenas coisas fazem uma grande diferença (v. 13)

2.             TEMOS DUAS ATITUDES DIANTE DO MILAGRE. (v. 11-14)
1) ATITUDE DE NAAMÃ DIANTE DO PROFETA ELISEU.

1)   Vaidade “Ele saírá”. Naamã não podia compreender como um Deus poderia operar sem a presença de um profeta ou sacerdote. Mas o Senhor é Deus e não precisa de homens!
2)   Orgulho “Ficará de pé”. Naamã entendia que em segundo lugar o Profeta deveria ficar de pé, na sua presença, por se tratar de uma grande autoridade, um general, pois na sua terra ele seria reverenciado dessa forma.
3)   Presunção “Invocará o nome de seu Deus”. No sistema litúrgico que ele conhecia precisava ouvir o profeta invocar o nome do seu Deus: Ele (Naamã) mandava e profeta obedecia, o profeta invocava e o seu deus obedecia (era o seu sistema). Em Israel, com o Deus verdadeiro não era assim, o homem invocava e o Senhor e ele respondia conforme a misericórdia dEle, e quando não havia arrependimento sincero a resposta nunca era favorável!
4)   Religião “Passará a mão sobre o local”. Muitos não conseguem compreender a obra de Deus e acaba por fazer o que toda religião ensina: condicionar o espiritual ao material, ao físico! Muitos não entendem que Deus não precisa de nenhuma liturgia especifica para Ele operar. Tudo que Deus requer é obediência a sua palavra e foi só isso que Ele exigiu de Naamã.
5)   Mérito “Restaurará o leproso”. Naamã. Não entendia que a purificação junto ao povo de Deus tratava-se de uma operação do Senhor, seu entendimento era que os atos materiais trariam a solução, visto que ele tinha méritos para isso: era uma boa pessoa, um bom general, um bom servidor dentro dos padrões de sua terra.
6)   Razão “Abana e Farpar”. Na sua razão, Damasco está mais adiantado em cultura, em ciência e outras coisas muito mais que Israel, em religião também. A razão humana oferece tantos recursos aparentemente corretos que no fim você termina em Damasco, longe da orientação do Senhor! 
7)   Obras se o profeta te dissesse alguma grande coisa, porventura não a farias?. Naamã volta indignado, até decepcionado. Mas por quê? Simplesmente porque sua mentalidade não podia compreender a grande obra que o Senhor queria realizar!

2) ATITUDE DE NAAMÃ DIANTE DO JORDÃO.

ð Abana e Farfar são símbolos da ausência de Deus.
ð Jordão é símbolo de 4 coisas que geram a benção de Deus.
a) O Jordão é símbolo de Perseverança.
b) O Jordão é símbolo de Decisão.
c) O Jordão é símbolo de Vida com Deus.
d) O Jordão é símbolo da Porção dobrada do Espírito Santo. 
1º. Mergulho da humilhação. Naamã teve que se despir – Mostrar seu interior cheio de chagas, feridas, se expor. 
2º. Mergulho do Orgulho. Não importava sua posição social, esteja onde estiver temos que nos curvar ao Senhor.
3º. Mergulho da Conversão. Não é do meu modo e nem onde eu quero é do modo de Deus. Não foi em Damasco mais no rio Jordão onde Deus mandou.
4º. Mergulho da Impaciência. O tempo é de Deus. Não foram 4 ou 5 ou 6, mas 7 mergulhos. 
5º. Mergulho da Obediência. Devemos aprender a ouvir Deus e obedecer, mesmo que nossa alma não queira; de início Naamã não queria, mas mergulhou.
6º. Mergulho da Submissão. Passamos a fazer a vontade de Deus, não importa mais o que eu acho, mas o que Deus quer de mim.
7º. Mergulho da Restauração. É quando mergulhamos nos braços de Deus crendo em sua restauração e tornamos nossa ida à Sua presença em um Mergulho da Vitória.

CONCLUSÃO: VEJAMOS ALGUNS PASSOS PRA RECEBER DE DEUS.
1)   Naamã para receber o milagre, fez algo que não estava acostumado a fazer (v. 12).
2)   Naamã entendeu que quanto maior o milagre maior o preço. Vs. 9-14.
Naamã teve que pagar pelo menos dois preços:
(a)     O preço da obediência. Eu preciso obedecer mesmo que essa ordem seja absurda, porque o milagre que eu necessito também é algo altamente absurdo.
(b)     O preço da humildade.
3) O milagre deve gerar intimidade. V.17-19.
O milagre deve nos elevar pelo menos a dois níveis:
1- Salvação. Deus está mais interessado em te salvar do que em te curar. O milagre visa revelar amor e não o poder de Deus.

2- Adoração. O milagre, as bençãos, precisam me conduzir a adoração. Lembra do coxo na porta formosa em Atos 

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