DIVISA: A REVITALIZAÇÃO DA IGREJA É UMA VOLTA A SAÚDE
TEXTO: Ap 2:1-7
INTRODUÇÃO:
· Os tempos tenebrosos da perseguição haviam chegado. O império romano estava vivendo tempos de grande tensão desde que Nero subiu ao poder em 54 d.C. Em 64 d.C., o imperador Nero colocou fogo em Roma, a capital do império, e vestido de ator, subiu ao alto da torre de Mecenas, de onde assistiu ao terrível espetáculo das chamas lambendo a cidade dos Césares. Foram seis dias e sete noites de devastador incêndio. Nero queria uma cidade mais moderna. Por isso, destruiu a capital para reconstruí-la a partir das cinzas. Dos quatorzes bairros de Roma, dez foram devastados pelas chamas.
· Os quatro bairros restantes eram densamente povoados por cristãos e judeus. Isso deu a Nero um álibi para colocar a culpa do incêndio criminoso nos cristãos. A partir daí, uma brutal perseguição contra os cristãos foi desencadeada. Muito sangue foi derramado. Os crentes eram enrolados em peles de animais e jogados nas arenas para os cães morderem, os touros pisarem e os leões esfaimados da Líbia devorarem. Os crentes eram amarrados e queimados em praça pública para iluminarem as noites de Roma. Os crentes eram mortos a pauladas, afogados e torturados com crueldade. A insanidade do imperador foi tanta que naquela época faltou madeira para fazer cruz, tamanha era a quantidade de crentes crucificados na cidade imperial.
· Em 66 d.C., estourou uma revolução na Palestina em virtude de problemas religiosos entre judeus e gregos. O imperador enviou para lá o general Tito Vespasiano para estancar a revolução. Por volta do ano 67 d.C., Paulo é condenado à morte em Roma e degolado. Segundo a tradição Pedro foi crucificado de cabeça para baixo. Todos os demais apóstolos foram igualmente martirizados em outros recantos do império. No ano 68 d.C., o senado romano pressiona Nero; ele foge de Roma e ceifa sua própria vida. No ano 70 d.C., Tito destrói Jerusalém e dispersa judeus e cristãos pelo mundo. Em 86 d.C., Domiciano assume o governo de Roma. Foi chamado de “o segundo Nero”. Foi o primeiro imperador a arrogar para si o título de “Senhor e Deus”. Foi este perseguidor implacável que deportou o apóstolo João, único sobrevivente do colégio apostólico, então pastor em Éfeso, para a ilha de Patmos.
· O propósito de Domiciano era calar a voz do último apóstolo de Cristo. Encerrando-o naquela inóspita e vulcânica ilha, fechou todas as portas da terra. Nesse momento, porém, Deus abriu-lhe uma porta no céu. Quando a história parecia caminhar para um desatino inexplicável, Deus abriu as cortinas do futuro e revelou não as coisas que poderiam acontecer, mas as coisas que vão acontecer.
· Por mais sombria que seja a realidade presente, a história não caminha rumo ao desastre, mas para uma consumação final e gloriosa. O mal não triunfará sobre o bem. A mentira não prevalecerá sobre a verdade. A vitória será de Cristo e de sua igreja.
· Mesmo naquele sombrio tempo de perseguição, Deus estava no trono e o Cordeiro tinha o livro da História em suas mãos. Era um dia de domingo, quando o Cristo glorificado apresentou-se a João na ilha de Patmos. João ouviu atrás de si uma voz de trombeta, dizendo: “Escreve em um livro o que vês e envia-os às setes igrejas da Ásia: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia”.
· Para cinco das sete igrejas (Éfeso, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia) Jesus usou a mesma expressão: “Conheço tuas obras”.
· Éfeso era a principal cidade da Ásia, com um porto comercial ativo. Também era um centro religioso importante. O impacto do Evangelho ali fez com que os novos convertidos queimassem seus livros de artes mágicas.
ð A Igreja de Éfeso era a mais importante da província da Ásia.
· Fundada por Priscila e Áqüila. Tornou-se um centro de formação de liderança. A Escola de Tirano, onde Paulo ensinou por dois anos foi um grande seminário de onde saíram os pastores fundadores de várias igrejas no interior da Ásia (Epafras para Colossos), quem sabe Antipas, morto em Pérgamo não tenha sido formado em Éfeso com Paulo? É possível que Papias, bispo de Hierápolis, possa ter sido um desses também. Provavelmente as sete Igrejas tenham sua base de fundação no ministério missionário de Éfeso.
· Um centro de defesa da doutrina. Foram oponentes firmes aos Nicolaítas (v.6,15).
· Pastoreada, no decorrer dos anos, por Paulo, Timóteo, o próprio João e Onésimo.
· Uma das 5 Igrejas mais importantes da Igreja Primitiva até o quinto século (Jerusalém, Antioquia, Éfeso, Roma e Constantinopla).
ð À época em que João escreve o Apocalipse, esta Igreja já conta com 40 anos de fundação. Portanto já era uma Igreja bastante amadurecida e experiente. Ao olharmos para o texto e seu pano de fundo, uma pergunta nos incomoda: Como uma Igreja tão bem assistida, tão madura e experiente, havia se tornado tão mecânica e fria a ponto de entristecer o seu Senhor?
ð O veredicto lançado por Deus é que ela abandonou o seu primeiro amor (o verbo abandonar aqui no grego é uma postura definitiva), iniciando um processo de afastamento contínuo. Eles amavam a Jesus sim, porém, não mais como nos primeiros anos de sua fé. Eles amavam com um amor secularizado e estavam se afastando cada vez mais de seu relacionamento com Jesus.
ð Ao avaliarmos a experiência de Éfeso e de muitas igrejas que chegam à maturidade perdendo o seu vigor inicial, concluímos que são igrejas que precisam de reavivamento ou revitalização!
TRANSIÇÃO: Qual a proposta bíblica para a revitalização da Igreja?
ð O que devemos entender por revitalização de igreja? Rigorosamente falando, o termo revitalização não aparece na Escritura, mas sim a ideia. Ela é genuinamente bíblica. Palavras como “restaurar”, “despertar” e “revigorar” são fartamente utilizadas. Os termos podem variar, mas a ideia é sempre a mesma. A revitalização é um processo que visa renovar, reabilitar e dar uma nova vida a algo que esteja desgastado, ultrapassado ou em declínio. “dar vida novamente”.
· A igreja é um organismo vivo. Ela cresce naturalmente. Se não cresce é porque está doente e, se está doente, precisa ser revitalizada. Uma igreja pode adoecer e até morrer. Há muitas igrejas mortas hoje. Não estou, com isso, dizendo que um indivíduo salvo perde a salvação. Estou dizendo que uma comunidade que abandona a sã doutrina e claudica no testemunho torna-se como sal sem sabor, que para nada mais presta. A Europa, que foi berço da obra missionária e também celeiro de tantos teólogos de referência, é considerada hoje um continente pós-cristão. Menos de 4% da população frequenta uma igreja evangélica. Nos Estados Unidos da América e no Canadá temos visto muitas denominações sucumbirem ao liberalismo teológico e ao secularismo. Milhares de igrejas são fechadas todos os anos.
· No Brasil, temos visto uma explosão do crescimento numérico de evangélicos, mas isso não representa o crescimento saudável da igreja. Na verdade, não é o genuíno evangelho que está crescendo de forma tão colossal no Brasil, mas um evangelho híbrido, sincrético, outro evangelho. O liberalismo tira da Escritura o que ela contém e o sincretismo acrescenta a ela o que nela não pode ser inserido. Como podemos diagnosticar que uma igreja precisa de revitalização porque perdeu sua paixão por Cristo?
a) Em primeiro lugar, uma igreja precisa ser revitalizada quando ela perde sua integridade doutrinária. Mesmo o Brasil sendo hoje o maior produtor de Bíblias do mundo, temos uma igreja analfabeta da Bíblia. Muitos púlpitos sonegam ao povo o pão nutritivo da verdade. Muitos pregadores oferecem ao povo a palha seca de suas idéias em vez de oferecer ao rebanho de Deus o rico cardápio das Escrituras. Pregam para entreter o povo e não para levá-lo ao arrependimento. Pregam sobre prosperidade na terra e não sobre as riquezas do céu. Pregam sobre os direitos do homem e não sobre a graça imerecida de Deus. Os pregadores precisam voltar a pregar sobre arrependimento, novo nascimento, justificação pela fé, regeneração, santificação, vida eterna, juízo vindouro. A única possibilidade de cura para uma igreja doente é dar a ela uma dieta balanceada da mesa farta de Deus.
b) Em segundo lugar, uma igreja precisa ser revitalizada quando suas reuniões de oração estão agonizando. Uma igreja forte caminha de joelhos. Uma igreja viva anseia por Deus mais do que pelas bênçãos de Deus. Intimidade com Deus é mais importante do que trabalho para Deus. Nunca houve avivamento espiritual sem despertamento para oração. Quando a igreja ora, Deus trabalha por ela, nela e através dela. O poder não vem como resultado dos nossos métodos, mas como resposta à oração.
c) Em terceiro lugar, uma igreja precisa ser revitalizada quando a comunhão dos crentes torna-se um fim e não um meio. A igreja não vive para si mesma. Não abastece a si mesma para gastar toda a sua energia consigo. A igreja que não evangeliza precisa ser evangelizada. A igreja é um corpo missionário ou um campo missionário. Comunhão sem missão é falta de visão dos campos que estão brancos para a ceifa.
d) Em quarto lugar, uma igreja precisa ser revitalizada quando o secularismo invade suas portas. Alguém disse com razão: “Eu fui procurar a igreja e a encontrei no mundo; fui procurar o mundo e o encontrei na igreja”. Em vez de ser luz no mundo, a igreja tem-se conformado ao mundo, sendo amiga do mundo, amando o mundo e sendo julgada com o mundo. Uma igreja que parece sal insípido precisa ser revitalizada. Uma igreja mundana precisa de um sopro de alento do alto.
e) Em quinto lugar, uma igreja precisa ser revitalizada quando os crentes buscam as bênçãos de Deus em vez do Deus das bênçãos. Nossa geração mudou o eixo do evangelho. A pregação contemporânea e as músicas evangélicas não falam mais da soberania de Deus na salvação, mas nos direitos do homem. Não é mais o homem que está a serviço de Deus, mas Deus é quem está a serviço do homem.
f) Em sexto lugar, uma igreja precisa ser revitalizada quando ela deixa de plantar novas igrejas. Temos visto igrejas morrendo por comer demais sem gastar essa energia na obra. Igrejas que não saem do lugar. Igrejas que nunca geraram filhas espirituais. Igrejas que investem todos os seus recursos em si mesmas, no seu deleite, no seu conforto, mas jamais iniciaram um ponto de pregação, jamais começaram uma congregação, jamais plantaram uma nova igreja. Multiplicamo-nos ou morremos.
1. PRA UMA REVITALIZAÇÃO DA IGREJA, PRECISAMOS RECONHECER A REALIDADE DA PRESENÇA E DA MANIFESTAÇÃO DE CRISTO EM SUAS IGREJAS (v.1).
· Cristo tem as suas Igrejas na mão direita. Ele pagou o preço de seu sangue por ela. Ele fez isso por amor, e sempre a amará e dela cuidará. O sustento de Cristo é a nossa segurança. Ninguém pode arrebatar-nos de suas mãos. Jo 10:28 E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.
· Cristo anda no meio dos candeeiros. Os candeeiros são as Igrejas, logo, o que Cristo diz para Éfeso, vale para todas as demais. O que vale para as igrejas de Linhares vale também para qualquer igreja desse país!
· Esse andar de Jesus Cristo entre os candeeiros reflete pelo menos duas verdades:
a) Conforto: Ele está conosco, bem perto de nós, como prometeu. Ele é real, está mesmo aqui, mesmo sendo invisível aos olhos. Ele se manifesta e se expressa às suas Igrejas. Não está inerte ou calado.
b) Advertência: Sua presença é protetora e também vigilante. Não se pode brincar com as Igrejas. Não se pode brincar de ser membro da Igreja, menos ainda de ser liderança.
· Ele quer melhorar a chama das Igrejas. Com o tempo, os pavios dos candeeiros se consomem e diminui a sua chama. A sujeira do desgaste se acumula e é preciso limpar o pavio. Quando a chama começa a esmorecer, Cristo se aproxima para reacendê-la. A percepção da presença de Cristo fortalece a fé e revigora a chama e o trabalho.
2. PRA UMA REVITALIZAÇÃO DA IGREJA NÃO PERMITA QUE AS DIFICULDADES DO TRABALHO CRISTÃO ESFRIEM O NOSSO AMOR, TRANSFORMANDO-O EM MERO FORMALISMO v.2-4.
· Cristo elogiou a sua Igreja.
a) Conheço as tuas obras. Éfeso era uma Igreja trabalhadora. Havia um ministério ativo e com resultados a apresentar.
b) O teu labor. (Kopon) fala do cansaço do trabalho. Uma Igreja que trabalhava mesmo cansada!
c) A tua perseverança. Labor e perseverança estão relacionados como aquilo que qualificava as obras da igreja de Éfeso. Eles eram firmes. Suportaram durante anos provas de muita pressão e oposição ao Evangelho e não esmoreceram. O texto deixa claro que lutavam arduamente contra o ensino errado e essa luta era a fonte de suas provas e também da sua perseverança (v.3,6).
d) Não podes suportar homens maus. Eles se preocupavam seriamente com a conduta e o testemunho da Igreja. Tiago 3:8 usa a mesma palavra aplicada mal, ao mal uso da língua (mal incontido). Ali não havia lugar para as fofocas e mexericos.
e) Puseste à prova os que a si mesmo se declaram apóstolos ... e os achaste mentirosos. Eles zelavam pela doutrina correta. No v.6, Jesus aprova seu ódio pelos nicolaítas, que também eram problemas em Pérgamo. Tratava-se de uma doutrina que envolvia padrões morais mais liberais. A Igreja de Éfeso os derrotou. Pérgamo não teve o mesmo sucesso e foi repreendida. Todas essas lutas de Éfeso fizeram esfriar o seu amor. A Igreja se cansava em todas as suas lutas e isso fazia com seu culto e fé cristã se tornasse mais frio e seco, mecânico e formal.
· O que Cristo reclama de sua Igreja? A única reclamação de Jesus não tem nada a ver com a doutrina, o zelo, as programações e as lutas de sua Igreja. Ela tem a ver com a sua motivação. A Igreja abandonou o seu primeiro amor. Quando se perde o primeiro amor, logo se perderá também o segundo, depois, o terceiro e até que ele não apareça mais. Deus não reclama das atividades da Igreja, Deus reclama da motivação, pois quando o amor esfria, fazemos por fazer ou fazemos mecanicamente. Achamos que o que fizemos já o suficiente.
· O que significa perder o primeiro amor? Significa perder a alegria de ser crente!
· Cinco Testes Para Saber Se Perdemos o Primeiro Amor:
1º. Quando a obra do Senhor se tornou enfadonha.
2º. Quando a Oração deixa de ser fervorosa.
3º. Quando a Palavra de Deus deixa de ter autoridade final em nossas decisões.
4º. Quando não queremos compartilhar o Evangelho com os outros.
5º. Quando seguimos a Jesus Cristo de longe.
As Igrejas vão deixando seu amor esfriar dia a dia, pouco a pouco e nem se percebem disso.
· Eu vim a Cristo no dia 26 de Novembro de 1986, Já são mais 38 anos servindo a Cristo e à igreja tenho observado desde que vim a Cristo que os nomes mudaram, mas a busca por um despertamento continua.
ð Em 1980 a mensagem era os dons darão vigor à igreja.
ð Em 1990 a mensagem foi um reavivamento trará nova vida às igrejas.
ð Em 2000 a pregação era a renovação de estruturas dará um novo vigor à igreja G-12.
ð Em 2010 começamos a ouvir que a revitalização renovará e remodelará as igrejas.
· O que aprendi nesses 38 para 39 anos de vida cristã, é que nosso maior inimigo e que nos desequilibra é o pragmatismo metodológico querendo sempre ditar as normas e colocar nas nossas mãos o que depende da graça soberana de Deus. Isso não é uma apologia da inércia e da acomodação, mas é a afirmação da proeminência da graça sobre o nosso jeito de projetar e conduzir a missão!
· Todavia, Jesus nos ensina três princípios bíblicos claros para um despertamento:
a) Lembrar-se de onde caiu. Quando vim para Linhares um pastor de minha ex igreja aconselhou-me: sempre que assumir a liderança de uma igreja é útil que conheça a sua história para que duas coisas sejam feitas:
1. O vínculo da igreja com o passado não seja quebrado.
2. A igreja seja lembrada de seus erros e acertos para aprender com eles.
b) Arrepender-se. Não adianta lembrar se não houver arrependimento. Arrependimento é tristeza pelo pecado cometido e reconhecido, também é a decisão firme de abandonar o pecado e viver pela fé para Deus.
· O arrependimento precisa ser pessoal (de cada um) e também coletivo (de todos como corpo de Cristo). João escreve ao anjo da igreja. Todos nós carregamos a igreja conosco, pois uma vez que somos corpo nos beneficiamos da santidade e da pecaminosidade uns dos outros (ex: José e Acã).
c) Voltar a praticar as primeiras obras. Quais obras são essas?
1. O testemunho do evangelho da graça na vida e na pregação da igreja. O evangelho precisa ser a nossa prioridade, nosso parâmetro e o clímax único da vida de uma igreja.
· Anunciar a Cristo e o evangelho é anunciar sua salvação completa.
ð Porque somos salvos da persuasão do pecado, isto é vocação eficaz;
ð Porque somos salvos do poder do pecado, isto é regeneração;
ð Porque somos salvos da penalidade do pecado, isto é justificação;
ð Porque somos salvos da posição do pecado, isto é adoção;
ð Porque somos salvos da prática do pecado, isto é santificação;
ð Porque somos salvos da presença do pecado, isto é glorificação.
2. A oração perseverante. A oração tem de ter prioridade. A oração deve focalizar nossa dependência e confiança em Deus. A oração deve priorizar o louvor antes que a petição. A oração deve ser feita partindo das escrituras a fim de transformar nossa experiência e não o contrário.
3. O ministério fiel da palavra. Qualquer método de pregação para ser bíblico precisa anunciar todo desígnio de Deus.
· A exposição sistemática das escrituras precisa ocupar o lugar de honra no calendário eclesiástico. É preciso respeitar a relação bíblica entre Deus, a Palavra e o pregador.
· Igrejas murcham e morrem porque perdem de vista a obra para a qual foram chamadas a participar, esquecendo que Deus não deixará faltar o necessário para fazê-lo, esquecendo que ele requererá de nossas mãos os talentos que nos deu!
CONCLUSÃO:
· O primeiro amor pode ser recuperado, se o nosso orgulho tolo de nunca aceitar que erramos, e que não nos deixa voltar, for quebrado pelo arrependimento. Muitas vezes, nós até olhamos para trás, mas tornamos a engolir seco nossas amarguras e mágoas e o pecado permanece intocado e entocado! Assim, o amor esfriará mais e mais!
· O que foi que te afastou de Deus e esfriou o seu amor por Deus e pela Igreja. Que fez com que perdesse o ânimo de trabalhar para Jesus?
ð Foi um pecado.
ð Um casamento destruído pelo divórcio.
ð Uma decepção com a liderança ou consigo mesmo.
ð Uma cobiça não controlada por status ou reconhecimento.
ð Um namoro promíscuo que redundou num casamento desequilibrado.
ð A inveja do novo convertido.
Responda isso para Deus, onde foi que você caiu!
· Volta a ser como era antes, nos dias da sua conversão a Cristo. Tome uma decisão que vai modificar sua vida e reaquecer sua fé e seu amor por Deus, fazendo brilhar nitidamente a sua luz! As primeiras obras são obras expontâneas, voluntárias; aquelas que você faz por amor.
· v.6 e 7 Se não nos arrependermos, Deus removerá o candeeiro. A Igreja fechará as portas.
Pr. Nilton Jorge - Linhares E.S

